Lojistas retomam atendimentos no Sindinova


Planeta Jeans, do Paraná, comprou mais de 260 mil em calçados

Em virtude da pandemia do Coronavírus, o Centro de Promoção de Negócios (CPN) esteve mais de três meses sem atendimento. O retorno se deu nos dias 13 a 15 de julho. Ao todo, foram 59 atendimentos entre as linhas feminina e masculina, adulto e infantil. Foram vendidos 12.307 pares de calçados e as vendas somaram um montante de R$ 260.942,60.

 

Fabricantes de todos os segmentos de calçados estiveram no Sindinova para comercializar seus produtos. As rodadas de negócios retornaram com as lojas Planeta Jeans, do Paraná. De olho no mercado para o final do ano, o gerente comercial da loja, Humberto Máximo, veio antecipar as compras de Natal.

 

“Sabemos que muitas fábricas reduziram a quantidade produtiva e acho que pode comprometer o Natal por falta de produto. Embora, não estamos comprando a mesma quantidade como no ano passado, estamos comprando uma quantidade segura para não deixar que falte tanto produto, caso volte o fluxo de movimento”, afirmou Máximo.

 

O empresário possui três lojas físicas no interior do Paraná e diz que cerca de 60% a 70% das compras são de tênis. “Não é um produto tão sazonal, então a gente consegue vender neste período e, caso não tenha um bom resultado nas vendas agora, conseguimos comercializar no decorrer do tempo. É um produto que vende o ano inteiro”, assegurou.

 

O otimismo com o retorno das vendas tomou conta dos fabricantes também. 60% das fábricas de Nova Serrana já voltaram com sua produção, mesmo que de forma gradual. Para a vendedora comercial, Sirley Lopes do Couto, a expectativa é que as lojas abram e o comércio volte a funcionar.

 

“Estamos focados e com pensamentos positivos, torcendo para que agora as coisas comecem a andar de vez. Chega de comércio parado, as pessoas em casa, tudo tem que voltar a funcionar normalmente. A gente espera que os clientes voltem. Esta semana mesmo começou muito boa. Hoje, por exemplo, estou com quatro clientes para atender. Está melhorando, estamos sentindo isso”, ressaltou otimista a vendedora.

 

Neste período, a maioria dos estados esteve com as lojas físicas fechadas para evitar a contaminação das pessoas pelo vírus e muitas vendas foram feitas on-line. Com os estoques dos calçados em baixa, outros lojistas também já agendaram participação no CPN.

 

Fonte: Sindinova/Assessoria de Imprensa


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