Curtumes aprovam 40ª Fimec

Diretor do Arte da Pele, Luiz Estevão Bocchi encerrou participação na feira satisfeito. “Tivemos significativa visitação. Apesar do difícil momento político e econômico, a circulação de compradores interessados foi superior a do ano passado em nosso estande”, destaca.
Mesma impressão teve Júlio Pimenta, da Couroquímica. “Atendemos muita gente e, inclusive, tivemos expressivo número de pedidos de amostras, sobretudo de países latino-americanos, com destaque para Uruguai, Argentina e Equador”, comenta.
Além de perceber a intensificação da presença de empresas de nações vizinhas, o gerente comercial do Curtume CBR, Ramon Petter, também notou aumento na visitação de empresas brasileiras na feira. “A Fimec é uma vitrine para os curtumes. Expusemos para os latinos em busca de um couro competitivo de qualidade e também para marcas calçadistas conceituadas do Brasil. Foi uma edição bastante proveitosa”, resume.
Nikolas Fuga, do Fuga Couros, lembra que o curtume participa há mais de 20 anos da Fimec. “Participamos sistematicamente porque acreditamos ser um evento que promove importantes encontros e reencontros no mercado”, diz.
Convidada do Projeto Comprador da Abrameq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins), Adriana Rios Vasquez, do Centro de Innovación Tecnológica del Cuero, Calzado e Industrias Conexas do Peru veio ao Brasil em busca de soluções para os curtumes e fábricas calçadistas locais. “O Brasil é referência. Temos, no Peru, 3700 fabricantes de calçados formais. Cinquenta por cento deles usam couro, mas os curtumes peruanos ainda não conseguem produzir peles ‘plena flor’ como o Brasil já o faz, por exemplo”, conta. “A Fimec sempre apresenta novidades, inovações, portanto participar do evento é uma forma de nos atualizarmos”, garante.
A Fimec é conhecida por agrupar expositores dos ramos de peles, máquinas, calçados, químicos e componentes de todo o Brasil.
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